Pérola na Véspera da Fuvest com a Renata Adamowski
Eternamente minha face vai se decompor em relacionamentos, mas eu continuo o mesmo por dentro.
O vento que pode bater na sua cara em uma viagem…
Tantas sensações ao mesmo tempo
Tantos tempos vividos de tantas vidas que passaram pela estrada!
Individualidade
Nossa esse horário é o melhor…
00h30min…
Imbatível…
Saem coisas de mim que não são minhas…
Saem coisas de mim que não mereço escrever…
Eu deixo levar, coisas que minhas mãos escrevem…
O final, o vazio e a falta são escritas e acabam perdendo seus significados, quando tudo acaba, recomeça, é aceitável acreditar que o nada continua o nada…
Muito viajado, mas todas as coisas são relativas? Como você vê? Com seus olhos? Ou com olhos?
Tudo pode ser tudo, mas tudo é uma coisa só. Cada objeto tem seu nome para cada pessoa. O que é mais correto, visão Alberto Caieiro? O correto é variável…
Tudo muito confuso, acabei de perceber que tudo é diferente, somos vários universos ambulantes que se conectam inadvertidamente. Não seria apropriado dizer como cada um tem uma íris, uma pigmentação de pele, um olfato diferentes, essas coisas definiriam como nós sentiríamos, pois a vida de cada um é diferente, e isso que realmente importa. Os sentidos são construídos. Nós não nascemos com nenhum…
Individualidade, o ignorância desta qualidade é a falta da compreensão dos próprios sentidos…
Riqueza não tornou britânicos mais felizes, diz pesquisa
A proporção de pessoas entrevistadas que disseram ser “muito felizes” caiu de 52%, em 1957, para 36% atualmente, de acordo com o levantamento feito pelo instituto GfK NOP. Outras pesquisas feitas na década de 50 mostram que havia mais felicidade na Grã-Bretanha do pós-guerra do que na atual, sugerindo que o aumento da riqueza não tornou os britânicos mais satisfeitos com a própria vida.
A experiência britânica parece repetir a de outros países desenvolvidos, que, apesar de terem tido grandes aumentos de riqueza, têm registrado níveis de felicidade praticamente inalterados nos últimos 50 anos.
Nos Estados Unidos, cientistas sociais observaram uma queda gradativa nos níveis de satisfação em relação à vida nos últimos 25 anos.
A pesquisa sugere que depois que a renda média anual atinge o patamar mínimo de 10 mil libras por ano (cerca R$ 38 mil), mais dinheiro não torna um país mais feliz.
A maioria dos entrevistados, 48%, disse que os relacionamentos são o fator mais importante para a sua felicidade. Em segundo lugar, ficou a saúde, com 24%.
Apesar de a maioria reconhecer a importância dos relacionamentos no seu bem-estar, apenas um pequeno número dos entrevistados disse falar com os seus amigos próximos toda semana.
De acordo com a pesquisa, seis em cada dez entrevistados falam com cinco amigos ou menos por semana. Cerca de 20% dos consultados conversam com apenas um dois amigos.
Apenas 77 entre 1001 pessoas disseram que a satisfação no trabalho era uma das suas principais fontes de felicidade.
O estado civil também parece ser um fator determinante na percepção de felicidade das pessoas, com os casados aparentemente mais satisfeitos. Cerca de metade dos entrevistados que eram casados disseram ser “muito felizes” enquanto apenas um quarto dos solteiros se considera assim.
Os entrevistadores também perguntaram às pessoas se o principal objetivo dos governos deveria ser tornar o país mais feliz ou mais rico e a resposta foi surpreendente: 81% disseram que a felicidade deveria ser a meta, contra 13% que disseram ser mais importante privilegiar a riqueza.
Em relação ao papel das escolas, 52% concordaram com a proposição de que mais ênfase deveria ser colocada em ensinar os alunos a ter uma vida feliz e não em educá-los para o ambiente de trabalho. Outros 43% discordaram.
Quando pediram aos entrevistados para avaliar se a vizinhança onde moravam era mais ou menos “amigável” do que dez anos atrás, 43% disseram que as pessoas a seu redor eram menos amigáveis; apenas 22% afirmaram estar cercadas de pessoas mais amigáveis.
PCC
Enquanto o drogado do Chávez xinga o bush (que merece letra minúscula) e dorme na inglaterra sem falar com o Blair, São Paulo Entra no Kaos?
Só se for com k mesmo, as pessoas voltam mais cedo e ficam com medo. Povo brasileiro, o mais barato de ser comprado no mundo, e parece ser um dos mais fáceis de assustar.Acho que vale de alerta o orgulho do PSDB, ano de presidência quem resolver o pepino fica com o trono por 4 anos…
Previsões pessimistas eu possuo: em menos de uma semana São Paulo volta a funcionar e em menos 4 anos isso acontecerá outra vez, só que mais organizado. Acho bom que aconteça, reservando-me de apoiar as mortes, os ônibus todo mundo concorda que está na hora de trocar. Algo que incomode a população seria ótimo, um despertar do povo do glorioso, que nem sentindo no bolso acorda…
Sinto pela mortes e comemoro pelo medo, que eu também tenho, mas a alegria de um povo talvez consciente é maior…